quarta-feira, 16 de julho de 2008

Prá você, minha Mãe!

Minha gestação, meu parto e a alimentação preservadora da vida, nascida nas suas entranhas; mesmo se as vezes com as melhores intenções, não tenho sabido como cumprir os deveres livremente assumidos e aceitos, lhe concedem crédito para ser exemplo considerado. Meus sentimentos de respeito, ternura e amor por você são a minha base concreta para uma auto-realização, para o equilíbrio das minhas tantas "emoções", liberando-me internamente de quaisquer reminiscências amargas ou pertubações geradoras de sofrimentos. seus sacrifícios e dedicação, as horas infindáveis de vigília e de renúncia em favor de mim e todas as promessas que se foram tornando realidade já mereciam, merecem serem levadas em conta. Hoje vejo em tudo que amo, a projeção maternal positiva, agradável, proporcionando-me forças para a preservação ou restauração da saúde, para a liberação dos sofrimentos e do bem estar, que são as condições essenciais para a felicidade. preciso deixar crescer o desejo de devolver por natural fenõmeno de retribuição a bondade, jamais desenvolvida no meu mundo interior. Essa bondade, que se pode denominar como dever retributivo abre espaços ao hábito para outras formas de manifestá-la. abre espaços que me deixam muito a vontade para te dizer, te amo, mesmo sendo assim do jeito que sou; temperamental, grosseiro, incansável no que hoje acredito, com a certeza de filho, filho de Deus, com a beleza de filho teu.